O link do contrato vai pelo WhatsApp oficial do OMNI ou por e-mail, e o cliente assina no celular: com selfie e evidências ou com certificado A1 ICP-Brasil, como a sua empresa decidir. No fim, a O.S. conclui sozinha no Integrador ISP ou no IXC; outros ERPs, pela API. Sem papel, sem token obrigatório, sem ninguém digitando.
O cliente disse “sim” no WhatsApp, mas pra assinar tem que imprimir, ir na loja ou entrar num portal à parte. No caminho ele esfria e some. Quando assina, alguém ainda baixa o PDF e conclui a O.S. no ERP na mão. E, se o contrato for contestado, o provedor precisa ter o que mostrar.
Imprimir, ir à loja, escanear, mandar por e-mail: cada passo a mais é um cliente que desiste.
Troca de titularidade, cônjuge, fiador: cada um assina num dia e o contrato não fecha.
Um “li e aceito” sem selfie, IP nem hash não segura quando o cliente contesta o contrato.
Assinou? Ainda tem gente baixando o PDF, anexando no ERP e concluindo a O.S. no braço.
O documento nasce da O.S. do Integrador ISP ou do IXC (ou chega pela API), o link vai pelo WhatsApp oficial do OMNI ou por e-mail e o cliente assina com selfie ou certificado A1. O sistema carimba todas as páginas, monta a folha de provas e conclui a O.S. Ninguém digita, ninguém corre atrás de PDF.
O link vai pelo WhatsApp oficial ou por e-mail; o cliente assina no celular, sem app e sem token obrigatório.
Amparada pela MP 2.200-2 e pela Lei 14.063, com folha de provas por pessoa; com A1 ICP-Brasil (PAdES), é qualificada.
Integrador ISP e IXC nativos: a O.S. conclui sozinha e, no IXC, o contrato é ativado e o cliente liberado. Outros ERPs, pela API.
Do envio à O.S. concluída: o sistema faz o repetitivo e a equipe fica no que traz crescimento.
Hash SHA-256, data e hora, IP real do celular, dispositivo, GPS e selfie, com carimbo em todas as páginas, folha de provas por pessoa e declaração de leitura.
Selfie guiada com checagem de presença, OCR que confere se a foto é um documento, CPF validado e face match que registra a divergência.
Cônjuge, sócio, procurador, avalista, fiador e testemunhas, em paralelo ou em ordem. O PDF só fecha quando todos assinam; cada um recebe sua via.
Um link por pessoa, válido por 30 dias, pelo WhatsApp oficial do OMNI ou por e-mail. Documento parado? A empresa recebe o alerta e o Impulsionar reenvia a todos os pendentes.
Responsável, testemunha e, se a empresa permitir, o cliente assinam com A1. PDF com assinatura PAdES, reconhecida pelo Adobe e pelo ITI.
Taxa de assinatura, funil por pessoa, documentos parados e trilha de auditoria encadeada por hash, que acusa alteração.
O contrato nasce da O.S. e ela conclui sozinha; no IXC, o contrato é ativado e o cliente liberado. Refez o contrato no ISP? O link do cliente continua o mesmo.
Cria o documento com vários PDFs e signatários (X-API-Key), consulta o status e baixa o PDF. O webhook assinado por HMAC avisa quando conclui.
Empresas isoladas, consentimento registrado, segredos cifrados e assinado nunca apagado. Backup no Drive ou FTP e atualização pelo painel.
Telas reais do sistema, com dados fictícios. Arraste para os lados, use as setas ou clique para ampliar.








Na família Integrador, cada sistema faz sua parte — e o ASSINA transforma o “sim” em contrato assinado e O.S. concluída.
O cliente chega pelo canal que preferir e é atendido na conversa.
A IA ou o vendedor apresenta o plano, tira objeção e fecha o negócio.
O link vai pelo WhatsApp e o contrato volta assinado, com selfie ou A1.
No Integrador ISP ou no IXC a O.S. conclui sozinha, sem ninguém digitar. Outros ERPs, pela API.
No Integrador ISP e no IXC o contrato nasce da O.S. e ela conclui sozinha. Uma ferramenta genérica para no PDF; o ASSINA fecha o ciclo no seu ERP.
Selfie com evidências ou certificado A1 ICP-Brasil (PAdES), por política da empresa: só selfie, só A1 ou o cliente escolhe.
Responsável e testemunha cadastrados uma vez carimbam todo contrato; sem a marca da empresa, o envio é recusado.
Feito por quem opera provedor, sem licença de terceiro por assinatura. Evolução rápida e suporte direto com quem desenvolve.
Sim, quando as partes aceitam o meio: a MP 2.200-2/2001 (art. 10, §2º) admite outras formas de comprovar autoria e integridade, e a Lei 14.063/2020 define os tipos de assinatura. O ASSINA registra o aceite com selfie, IP, GPS, data e hora e hash. Com A1 ICP-Brasil (PAdES), é qualificada.
Recebe o link pelo WhatsApp ou e-mail, abre no celular, faz a selfie guiada e desenha a assinatura. Se a empresa pedir, usa o A1 dele, que não fica guardado. Sem app e sem token obrigatório.
Sim. Integrador ISP e IXC são nativos, pela O.S.: o contrato chega preenchido e a O.S. conclui sozinha; no IXC, o contrato é ativado e o cliente liberado. Outros ERPs integram pela API (X-API-Key), com webhook assinado por HMAC.
Cada pessoa tem sua folha de provas: selfie, documento, CPF, IP real do celular, GPS, dispositivo, data e hora e hash SHA-256, mais a declaração de leitura. A trilha encadeada por hash acusa alteração; divergência no face match fica registrada.
Sim. Cada empresa fica isolada, com a própria política de assinatura, responsável e testemunha, WhatsApp, backup no Drive ou FTP e trilha de auditoria.
Peça uma demonstração do ASSINA e veja o contrato sair pelo WhatsApp, voltar assinado com folha de provas e a O.S. concluir sozinha. Valores sob consulta.